Na antiguidade o sofrimento do doente mental era confinado aos sintomas físicos e à possessão demoníaca, competindo aos religiosos e familiares desenvolverem formas eficazes de intervirem nos sintomas.
Conhecer o sofrimento do doente mental é dialogar sobre as suas experiências e estar atento aos seus significados pessoais, de modo a aumentar a percepção de controle e a diminuir o sofrimento antecipatório do indivíduo.
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